quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

CNBB COBRA AMPLIAÇÃO DA REDE DE SANEAMENTO BÁSICO

Priscilla Mazenotti

Em tempos de epidemia de zika e aumento no número de casos de microcefalia, a CNBB  lançou a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 com foco no saneamento básico, na saúde integral e na qualidade de vida. O tema é Casa Comum, Nossa Responsabilidade. E o lema é “Quero ver o direito de brotar como fonte e correr a Justiça qual riacho que não seca”.

A campanha é feita em parceria com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs. O presidente do Conselho, Dom Flávio Irala, lembra que grande parte da população, especialmente do Norte e Nordeste, não têm acesso à saneamento.

Para isso, a CNBB e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs fazem um chamado em favor dos planos municipais de saneamento básico, o que contribui, diretamente, para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da zika, dengue e chikungunya.


O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, disse que há orçamento para INVESTIR no setor mas que, ainda hoje, muita coisa ainda precisa ser feita.


O Papa Francisco enviou uma mensagem de apoio à Campanha. Ele pediu a mobilização das pessoas e alertou: todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum. Ela envolve governantes e sociedades.



A Campanha da Fraternidade marca o início da Quaresma para os cristãos. São os 40 dias que antecedem a Páscoa. Um período de preparação, oração e penitência. Começa nesta quarta-feira de Cinzas e só termina na Semana Santa.


Campanha da Fraternidade reforça mobilização contra Aedes

Danyele Soares

Começa hoje a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016. Sob o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade”, a ação do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs quer assegurar o direito ao saneamento básico para todos e debater políticas públicas e ações que garantam a integridade e o futuro do planeta.

O presidente da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - dom Sérgio da Rocha, afirma que o lema da campanha é “quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. Ele destaca que a Campanha deste ano intensifica o combate ao mosquito aedes aegypti, já que o saneamento básico precário dificulta a luta contra o inseto.

Este ano, a Campanha da Fraternidade tem o apoio da Misereor, entidade da Igreja Católica na Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento de países da Ásia, Africa e América Latina.


10/02/2016 12h55 - Atualizado em 10/02/2016 19h12

Aborto não é alternativa contra o vírus da zika, diz presidente da CNBB

Representantes de igrejas lançaram Campanha da Fraternidade 2016.
Tema principal é saneamento básico, relacionado ao combate ao Aedes.


Do G1, em Brasília


O presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio da Rocha, afirmou nesta quarta-feira (10), durante o ato de lançamento da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, que o aborto não é alternativa para o enfrentamento do vírus da zika, associado a casos de microcefalia de bebês.
Na última sexta-feira (5), o principal comissário de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Zeid Ra'ad Al Hussein, recomendou a países com casos de zika a flexibilizar leis a fim de permitir o aborto nos casos de microcefalia.
Para o presidente da CNBB, o aborto "não é a resposta" para o vírus da zika. "Nós precisamos valorizar a vida em qualquer situação e qualquer condição que ela esteja. Menor qualidade de vida não significa menor direito a viver, com menos dignidade humana”, afirmou.
Ao lado de representantes de outras igrejas, integrantes do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), dom Sergio da Rocha participou do lançamento da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, intitulada “Casa comum, nossa responsabilidade” e cujo tema é o saneamento básico.
Encontro com Dilma
À tarde, após o lançamento da campanha,  representantes do Conic participaram de uma reunião com a presidente Dilma Rousseff.

Após o encontro, eles manifestaram posições diferentes da emitida pela Igreja Católica em relação ao aborto no caso de crianças diagnosticadas com microcefalia em razão do vírus da zika.
O presidente da Aliança de Batistas do Brasil, Joel Zeferino, representante da Igreja Batista, defendeu que a “voz da mulher” seja ouvida, o que, para ele, não tem ocorrido. Segundo Zeferino, a ala da igreja cristã representada pela Aliança ainda não tem uma posição definida sobre o assunto, mas ele reiterou que a discussão precisa ser “democrática e aberta”.
“Dada a epidemia do vírus da zika e de sua implicação na microcefalia, a questão do aborto vai aparecer, sim, como uma questão em discussão. […] A posição da minha comunidade é que esse tema precisa ser discutido com a sociedade de forma democrática, aberta e, sobretudo, incluindo as mulheres, que são as pessoas que sofrem esse aborto, principalmente as mulheres de periferias e negras, que fazem abortos ilegais”, disse.
O presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), dom Flávio Irala, disse que, na direção da entidade, o tema ainda não foi discutido.
Ele frisou que o aborto também não foi tratado durante o encontro dos representantes das igrejas com a presidente Dilma.
“Nós, das igrejas, não temos como discutir isso. É um processo que precisamos, sim, tratar com urgência, mas não temos ainda nenhuma discussão feita, por isso não podemos expressar nada”, disse.
Segundo o presidente da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Wertson Brasil de Souza, as mulheres presbiterianas são orientadas a não abortar em razão da “ética cristã”.
Mas ele ressaltou que a igreja respeita as opiniões individuais. “Sobre o aborto, no caso de fetos que tenham sido afetados pelo vírus da zika, o posicionamento da nossa igreja é o mesmo: nós respeitamos as posições individuais, mas, do ponto de vista da ética cristã, nós somos contra”, enfatizou.
Saneamento básico
Neste ano, o foco da Campanha da Fraternidade Ecumênica é o saneamento básico.

Durante a campanha, serão distribuídos nas igrejas folhetos informativos sobre o saneamento básico. Além disso, as entidades orientam as igrejas a mobilizarem as comunidades para que se informem sobre o saneamento básico de sua região e cobrem melhorias do poder público.
De acordo com as entidades, o saneamento básico já era um tema previsto para a campanha havia dois anos, mas se tornou ainda mais urgente em 2016. As entidades ressaltam que o tema também serve como alerta para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da zika, da dengue e da febre chikungunya.
Segundo dom Sergio da Rocha, as entidades estão preocupadas com a “ameaça” do vírus às famílias brasileiras.
“Infelizmente, a nossa casa comum está sendo hoje assolada pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de  doenças, e a nossa família comum está sofrendo e morrendo por causa das  enfermidades transmitidas por ele. E a falta de saneamento básico tem contribuído para a proliferação dos mosquitos”, afirmou dom Sergio da Rocha.
O ministro das cidades, Gilberto Kassab, também participou da cerimônia de lançamento da campanha e afirmou que o Brasil ainda precisa avançar nas políticas públicas de saneamento básico. Para ele, há uma relação "muito forte" entre a ausência do tratamento sanitário adequado e proliferação do mosquito.






domingo, 31 de janeiro de 2016

PRESIDENTA VAI PROMOVER A CAMPANHA NA TV PARA COMBATER O AEDES AEGYPTI




DICAS PARA MUTIRÃO CONTRA MOSQUITO DA DENGUE



SAÚDE

Presidenta vai promover campanha na TV para combater o Aedes aegypti

Mobilização

Objetivo é sensibilizar a sociedade para eliminar todos os focos do mosquito que transmite os vírus da dengue, chikungunya e Zika
por Portal BrasilPublicado31/01/2016 11h14Última modificação31/01/2016 11h14
Após dar início a uma campanha de mobilizações contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite os vírus da dengue, chikungunya e Zika, a presidenta Dilma Rousseff fará um apelo nas próximas semanas a diferentes atores da sociedade civil no combate ao inseto. O objetivo é sensibilizar lideranças para que se envolvam no que a presidenta tem chamado de “guerra” para eliminar todos os focos do mosquito.
O governo está preocupado com o aumento do número de casos de microcefalia, malformação no cérebro de recém-nascidos, e que tem relação com o vírus Zika. Na última quarta-feira (27), foram confirmados o nascimento de 270 crianças com microcefalia no País, e a existência de mais de 3.400 casos suspeitos. Na última semana, teve ínicio um calendário de limpeza de órgãos públicos, que terão periodicamente o Dia da Faxina, para eliminar criadouros do mosquito. Além disso, 220 mil militares vão visitar casas e orientar moradores em 356 cidades no próximo dia 13.
O Palácio do Planalto acredita que a principal estratégia é conscientizar a população, e que se as pessoas não colaborarem, o trabalho do governo vai ficar ainda mais difícil. A presidenta afirmou, na sexta-feira (29), que “não pode faltar dinheiro” e que “não haverá contingenciamento” de recursos para o combate "que é uma questão de saúde pública".
A intenção é que a presidenta DilmaCONVERSE com representantes de igrejas, líderes de comunidades e empresários e peça auxílio no combate ao mosquito, além de continuar o contato com governadores e prefeitos. Segundo a presidenta, a mobilização servirá para “evidenciar” que todos têm de participar: “do soldado, passando pelo cientista, da pessoa que limpa uma rua, a dona de casa”.
Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social na quinta-feira (28), a presidenta disse que precisaria da participação da sociedade para uma “batalha” que, segundo ela, será de médio prazo. “Peço aos senhores e as senhoras que mobilizem seus funcionários, seus companheiros de sindicato, os fiéis de sua igreja, os colegas de trabalho e de escolas, a família e os vizinhos”, disse aos conselheiros, dentre eles empresários e sindicalistas.
O governo também pretende utilizar os cinco minutos gratuitos de inserção diária do Ministério da Educação nas emissoras de televisão para mobilizar os telespectadores e ouvintes. A partir de março, vai veicular uma campanha publicitária no rádio e na TV. A orientação é de que seja utilizado o tema “Zika Zero”, que já se tornou hashtag nas redes sociais, e que os materiais tenham a frase: “Um mosquito não é mais forte que um país inteiro”.
Donos de emissoras de rádio e TV também poderão ser procurados pela presidenta. Quem tem participado das discussões avalia que uma campanha integrada envolvendo a programação dos canais teria mais impacto do que apenas uma propaganda no intervalo comercial.
Ação nas escolas
Na próxima quinta-feira (4), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, dará início a uma mobilização nas escolas para envolver 40 milhões de estudantes do ensino básico, da rede pública e privada, e mais de sete milhões de universitários. Por meio das instituições de ensino superior, dos secretários de educação estaduais e municipais, a campanha é fazer com que as crianças espalhem a conscientização.
A ideia é que o aluno leve uma carta com cuidados para evitar a proliferação do mosquito e passe a mensagem para a família, ajudando na mobilização e cobrando os próprios pais caso encontre eventual criadouro. Além de panfletos, cartilhas e cartazes, materiais didáticos também estão sendo elaborados para os professores. O auge da campanha será nas próximas semanas, após o Carnaval.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A MAIOR MOBILIZAÇÃO DA HISTÓRIA PELO CLIMA!

Queridos e extraordinários amigos da Avaaz, 

Conseguimos! Apesar da proibição do que seria uma grande marcha em Paris, ainda assim quebramos o recorde do ano passado e fizemos a maior mobilização pelo clima da história! De São Paulo a Sidney, 785 mil pessoas fizeram o chão tremer em mais de 2.300 eventos em 175 países. Todos unidos em uma só voz, exigindo um futuro com energia 100% limpa para salvarmos tudo o que amamos. Estamos nas capas dos jornais no mundo todo e já podemos sentir o impacto na Conferência de Paris. 

É quase impossível descrever a força e a beleza do que criamos, mas essas fotos nos ajudam a entender um pouco como foi: 
Londres, Reino Unido
Este é o movimento que nosso planeta estava esperando.Muitos países, como Bangladesh e Irlanda, testemunharam as maiores mobilizações pelo clima de suas histórias. Na Austrália, 120 mil pessoas foram às ruas. Na Índia, 100 mil. Em Sanaa, no Iêmen, as pessoas saíram às ruas mesmo com bombardeios acontecendo por perto. 
A partir do canto superior esquerdo, em sentido horário: Melbourne, Helsinki, Berlim, Jacarta, Bogotá, Amsterdã
Na França, mobilizações que reuniriam mais de 500 mil pessoas foram canceladas por questões de segurança, mas membros e a equipe da Avaaz reuniram mais de 10 mil pares de sapato, como símbolo das pessoas que gostariam de estar nas ruas – até o Papa e o secretário-geral da ONU doaram seus pares! Os calçados foram colocados na Place de la Republique, em Paris, às vésperas da Conferência do Clima. 

As mobilizações tiveram grande cobertura jornalística, aparecendo em centenas de grandes veículos de comunicação e virando manchete da Al Jazeera e do New York Times. 

O representante do Papa Francisco afirmou: "Hoje, o Papa está em espírito com centenas de milhares de pessoas, de mãos dadas com os pobres e com aqueles que buscam um tratamento justo quanto aos efeitos climáticos."

Em seu discurso para os líderes mundiais na manhã de hoje, Ban Ki-moon, o secretário-geral da ONU, reforçou: “Os povos do mundo também estão tomando a iniciativa. Eles foram às ruas de cidades ao redor do mundo todo, organizaram mobilizações enormes pedindo por mudanças… e esperam que cada um de vocês responda à altura. A História pede ação.”

E Christiana Figueres, chefe das negociações do clima da ONU, nos agradeceu e anunciou: "Estou colaborando com a Avaaz na instalação de um telão para que a voz do povo seja ouvida. Todos os negociadores poderão ver o quão forte é o apoio a um acordo sobre o clima que proteja nosso planeta, a casa de todos nós." 



Hoje começa a Conferência do Clima. Durante anos, os políticos nos disseram: “Prove que as pessoas se importam e então tomaremos uma atitude". No fim de semana, mostramos a eles que o mundo inteiro quer um acordo por energia 100% limpa. E agora, um vídeo em que fazemos essa exigência está sendo exibido enquanto os chefes de Estado entram no prédio da conferência. É impossível que nos ignorem, ou que ignorem nosso apelo: a equipe da Avaaz está na conferência e levará nossas vozes aos negociadores sempre que alguém tentar enfraquecer o acordo.

Neste fim de semana, nosso movimento alcançou outro nível. Nas próximas duas semanas, vamos continuar mostrando essa força sempre que for necessário. Vamos manter a bandeira da esperança hasteada e sacudir a conferência até chegarmos a um acordo que proteja nosso futuro.

Um abraço com muita gratidão e determinação,

Emma, Alice, Luis, Ricken, Ben, Mais, Dan e toda a equipe da Avaaz

PS: Clique aqui para ler o editorial que o Ricken escreveu sobre este momento e sobre como ele representa um teste para toda humanidade (em inglês).

Milhares de membros da Avaaz enviaram fotos e vídeos sensacionais dos eventos ocorrendo em todo o mundo. Pelas próximas duas semanas, essas imagens serão projetadas em um telão na conferência, que será visto pelos governantes e negociadores todas as vezes em que entrarem e saírem do prédio.



A Avaaz é uma rede de campanhas global de 41 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Você se tornou membro do movimento Avaaz e começou a receber estes emails quando assinou a campanha "Community Petitions Site" no dia 2013-07-14 usando o seguinte endereço de email: scmm.mariamaria@gmail.com.
Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para descadastrar-se.


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domingo, 29 de novembro de 2015

MOBILIZAÇÃO MUNDIAL PELO CLIMA

A Mobilização Mundial pelo Clima está acontecendo AGORA! Junte-se à mobilização virtual. A Avaaz irá entregar nossa mensagem aos líderes em Paris -- vamos mostrar a eles quantos de nós exigimos uma ação urgente! 

Querida comunidade da Avaaz,

O governo francês anunciou há alguns dias que, por questões de segurança, teremos que cancelar nossa enorme mobilização pelo clima em Paris no dia 29 de novembro. Para nossos membros em Paris, que já passaram por uma situação terrível, essa notícia é de partir ainda mais o coração. Mas milhares de nós iremos às ruas em todo o mundo. Em Paris, as pessoas estão doando seus sapatos, que serão enfileirados ao longo do percurso do protesto como uma representação simbólica de sua presença.
Se todos nos juntarmos a eles, enviando milhares de fotos nossas segurando nossos sapatos, a Avaaz projetará imagens em Paris para mostrar aos parisienses que eles não estão sozinhos e diremos ao mundo que todos somos um. Clique abaixo para se juntar à marcha virtual agora!

https://secure.avaaz.org/po/paris_virtual_march/?cl=9024154261&v=69897

No dia seguinte à mobilização, a maior reunião da década sobre o clima acontecerá em Paris. Nós temos que garantir que a voz do povo seja ouvida pelos líderes antes que eles se reúnam. Temos a vantagem, mas alguns países como a Índia e a Arábia Saudita estão ameaçando bloquear o progresso mundial. Para pressioná-los, precisamos de um clamor enorme por um mundo com energia 100% limpa, além de continuar motivando os pioneiros, como a Alemanha, a não cederem.
A mobilização de Paris era a maior que tínhamos planejado, mas os ataques que ocorreram a tornaram inviável. Mais uma vez, as ações de poucos ameaçaram o bem-estar de todos. Mas podemos virar o jogo. Não somos perfeitos, mas se nos unirmos, podemos trazer luz à escuridão. No 29 de novembro, onde estivermos, vamos juntos iluminar o mundo. Junte-se à mobilização virtual agora:

https://secure.avaaz.org/po/paris_virtual_march/?cl=9024154261&v=69897A luta para deter as mudanças climáticas não significa apenas impedir mais algumas tempestades ou alguns centímetros de elevação do nível do mar. Cientistas alertam que estamos perto de alcançar pontos de ebulição que não poderemos controlar, o que afeta, em muito, nossa frágil biosfera. O resultado seriam mudanças climáticas bruscas e incontroláveis, o que poderia significar o fim da existência humana. Curiosamente, no momento em que nos unimos para salvar nossas vidas, forças violentas e sectárias do passado tentam tirar o poder de nossas mãos. Vamos mostrar quem somos, com todo o amor e esperança, e salvar tudo o que amamos.

Um abraço cheio de esperança e gratidão,

Emma, Alice, Danny, Rewan, David e toda equipe da Avaaz.

Mais informações:

Ativistas trocam marcha por sapatos na COP21 (O Globo)
http://oglobo.globo.com/mundo/ativistas-trocam-marcha-por-sapatos-na-cop21-18132926

França mantém conferência do clima, apesar dos atentados em Paris (G1)
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/11/franca-mantem-conferencia-do-clima-apesar-dos-atentados-em-paris.html
Empresas americanas comprometem 140 bilhões de dólares para reduzir emissões de carbono (R7)
http://noticias.r7.com/dino/economia/empresas-americanas-comprometem-140-bilhoes-de-dolares-para-reduzir-emissoes-de-carbono-27072015
Mobilização Mundial pelo Clima: a revolução começa aqui (em inglês) (The Guardian)
http://www.theguardian.com/environment/2015/jul/29/peoples-climate-march-the-revolution-starts-here




A Avaaz é uma rede de campanhas global de 41 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Você se tornou membro do movimento Avaaz e começou a receber estes emails quando assinou a campanha "Community Petitions Site" no dia 2013-07-14 usando o seguinte endereço de email: scmm.mariamaria@gmail.com.
Para garantir que as mensagens da Avaaz cheguem à sua caixa de entrada, por favor adicione avaaz@avaaz.org à sua lista de contatos. Para mudar o seu endereço de email, opções de idioma ou outras informações pessoais, entre em contato conosco, ou clique aqui para descadastrar-se.


Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.

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Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/milhares-de-sapatos-ocupam-lugar-de-manifestantes-em-paris-antes-da-cop21,f7b1f4b634b2878b4cb5ec8657f54a4cjmbecng1.html

Milhares de sapatos ocupam lugar de manifestantes em Paris antes da COP21

29 NOV2015
09h50

Sobre a mensagem que a Avaaz queria enviar aos negociadores na Cúpula Climática que será aberta esta tarde no complexo de Le Bourget, ao norte de Paris, Joye afirmou que sua principal reivindicação é estabelecer normas para que, no horizonte de 2050, 100% da energia seja de origem renovável.
Entre os que doaram seus calçados a este ato está o cardeal brasileiro Cláudio Hummes, junto a um par de sapatos pretos do papa Francisco.
Hummes explicou à imprensa que o pontífice "queria também participar (...) desta forma simbólica" de uma ação para dar uma mensagem "forte" aos 195 países participantes da COP21.
"Fazem falta mudanças na política para fazer frente à mudança climática", ressaltou o cardeal, arcebispo emérito de São Paulo, que insistiu que o papa com seus sapatos quer mostrar que "está muito perto das pessoas".
Assim como aAvaaz tinha concebido esta iniciativa para evitar as proibições de manifestações, também em Paris outras ONGs tinham convocado uma corrente humana em um trajeto de três quilômetros entre a praça da República e a praça da Nação.
Sapatos do Papa Francisco









domingo, 22 de novembro de 2015

Fonte: http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/11/1706510-tragedia-em-minas-gerais-deve-secar-rios-e-criar-deserto-de-lama.shtml?mobile

Tragédia em Minas Gerais deve secar rios e criar 'deserto de lama'

EDUARDO GERAQUE
FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO

15/11/2015 02h00

Antonio Cruz - 9.nov.2015/Agência Brasil

Escombros da vila de Bento Rodrigues, destruída por uma enxurrada de lama após rompimento de barragens nos município de Mariana (MG)

As toneladas de lama que vazaram no rompimento há dez dias de duas barragens da empresa Samarco em Mariana (MG) são protagonistas do maior desastre ambiental provocado pela indústria da mineração brasileira –a Samarco é empresa fruto da sociedade entre a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton.
Sessenta bilhões de litros de rejeitos de mineração de ferro –o equivalente a 24 mil piscinas olímpicas– foram despejados ao longo de mais de 500 km na bacia do rio Doce, a quinta maior do país.
Segundo ecólogos, geofísicos e gestores ambientais, pode levar décadas, ou mesmo séculos, para que os prejuízos ambientais sejam revertidos.
Destruídos pelo tsunami marrom, que deixou ao menos sete mortos e 15 desaparecidos, os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo devem se transformar em desertos de lama.
"Esse resíduo de mineração é infértil porque não tem matéria orgânica. Nada nasce ali. É como plantar na areia da praia de Copacabana", diz Maurício Ehrlich, professor de geotecnia da Coppe-UFRJ (centro de pesquisa em engenharia da Federal do Rio).
"Nada se constrói ali também porque é um material mole, que não oferece resistência. Vai virar um deserto de lama, que demorará dezenas de anos para secar", diz.
Segundo ele, a reconstituição do solo pode levar "até centenas de anos, que é a escala geológica para a formação de um novo solo".
RIO DOCE
Transformado em uma correnteza espessa de terra e areia, o rio Doce não pode ter sua água captada. O abastecimento foi suspenso, e cerca de 500 mil pessoas estão com as torneiras secas.
Especialistas que conhecem a região descrevem o cenário como "assustador".
Para Marcus Vinicius Polignano, presidente do Comitê de Bacia do rio das Velhas e professor da UFMG (Federal de Minas Gerais), um dos mais graves efeitos do despejo do rejeito nas águas é o assoreamento de rios e riachos, que ficam mais rasos e têm seus cursos alterados pelo aumento do volume de sedimentos, no caso, de lama. "É algo irreversível. Fala-se em remediação mas, no caso da lama nos rios, não existe isso. Não tem como retirá-la de lá."
Enquanto está em suspensão no rio, a lama impede a entrada de luz solar e a oxigenação da água, além de alterar seu pH, o que sufoca peixes e outros animais aquáticos. A força da lama ainda arrastou a mata ciliar, que tem função ecológica de dar proteção ao rio.
"A perda da biodiversidade pode demorar décadas para ser reestabelecida. E isso ainda vai depender de programas montados para esse fim", diz Ricardo Coelho, ecólogo da UFMG. "Existe ainda a possibilidade de espécies endêmicas [que existem só naquela região] serem extintas."
"Há espécies animais e vegetais ali que podemos considerar extintas a partir de hoje", diz o biólogo e pesquisador André Ruschi, diretor de uma das mais antigas instituições de pesquisa ambiental no país, a Estação de Biologia Marinha Augusto Ruschi.
Ele chama a atenção para o fato de que o rompimento das barragens coincidiu com o período de reprodução de várias espécies de peixes. "É o maior desastre ambiental da história do país", avalia.
Mariana entra para a história como uma "ferida aberta", diz Polignano. "É a prova de que nossa gestão ambiental está falida."

sábado, 1 de agosto de 2015

OS CORREIOS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE

A Empresa Correios, sob a presidência de Wagner Pinheiro de Oliveira, preocupada com a crise pela qual vem passando o meio ambiente, promove o Treinamento em Local de Trabalho (TLT) para que todos os trabalhadores possam se envolver nessa causa, uma vez que todos somos parte do processo seja no trabalho, no lar e em todos os ambientes frequentados por cada um de nós.

Economia com gasto de energia e água será alvo de medidas emergenciais para promover o uso inteligente desses recursos sem desperdício.  

Com essa finalidade a Empresa Correios colocou a disposição dos trabalhadores um vídeo sobre SUSTENTABILIDADE que poderá ser acessado no seguinte link: 


Após logar com matrícula e senha, acessar Conhecimento & Capacitação.

Algumas ações imediatas da nossa parte que poderão contribuir sobremaneira para o uso inteligente dos recursos naturais para impedir que nos falte no futuro:



Apresentadora: Fernanda Cavalini - Analista de Correios