domingo, 5 de julho de 2015

DILMA PROMETE REFLORESTAR 120 MIL kM² E ZERAR DESMATAMENTO ILEGAL ATÉ 2030

Fonte: G1


Presidente firmou compromisso nos EUA com o presidente Barack Obama. 

Área de florestas recuperada equivale à metade do estado de São Paulo.

Em declaração conjunta dos governos do Brasil e dos Estados Unidos divulgada nesta terça-feira (30), a presidente Dilma Rousseff assinou compromisso de, até 2030, recuperar 120 mil km² de florestas. Em entrevista à imprensa, ela se comprometeu ainda a zerar o desmatamento ilegal em 15 anos.

"Nós queremos chegar no Brasil a desmatamento zero até 2030. Desmatamento ilegal zero até 2030", disse a presidente.

O governo brasileiro diz no documento que as fontes renováveis, tanto para geração de energia como para biocombustíveis, devem representar entre 28% e 33% do total de recursos usados, também até 2030. A meta não inclui a energia hidrelétrica. São exemplos de fontes renováveis o sol, vento e a biomassa. A intenção é diminuir o uso de fontes que se esgotam, como petróleo e carvão.

A assinatura do documento ocorreu após encontro com o presidente norte-americano Barack Obama na Casa Branca, em Washington.


"O Brasil implementará políticas com vistas à eliminação do desmatamento ilegal, em conjunto com o aumento ambicioso de estoques de carbono por meio do reflorestamento e da restauração florestal. Para tanto, o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares (120 mil km²) de florestas até 2030", diz o documento, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.

A área de florestas a ser recuperada equivale à metade do estado de São Paulo.

No anúncio, Dilma e Obama ressaltaram os benefícios de ações para limitar o aumento da temperatura global e assinalaram que, nos últimos anos, os dois países têm estado "ativa e produtivamente engajados" em atividades que reduziram emissões de gases de efeito estufa.

De acordo com a declaração conjunta, Brasil e Estados Unidos reduziram emissões de gases de efeito estufa desde 2005. O texto diz que o Brasil reduziu as emissões em cerca de 41% desde 2005, enquanto os Estados Unidos diminuíram em cerca de 10%.

Na declaração, foi anunciada a criação de um grupo de trabalho formado pelo Brasil e pelos Estados Unidos sobre mudanças do clima, com o objetivo de "ampliar a cooperação bilateral  em questões relacionadas ao uso da terra, energia limpa e adaptação, bem como diálogos políticos sobre a questão climática em nível nacional e internacional."

Metas nacionais 
O compromisso divulgado nesta terça não apresenta as metas brasileiras que serão levadas para a Conferência do Clima de Paris, quando será fechado um novo acordo global para frear o aquecimento global e, com isso, conter a mudança climática.


A apresentação de metas nacionais é um dos principais elementos que vão dar corpo ao novo acordo global do clima, em negociação no âmbito das Nações Unidas. Cada país precisa apresentar o que vai fazer para diminuir os gases de efeito estufa ?dentro de casa?. A decisão foi definida na última cúpula do clima, a COP 20, em Lima, no Peru.

O futuro tratado ? obrigatório a todos os países (legalmente vinculante) ? tentará conter a temperatura do planeta em 2ºC até o fim deste século e, com isso, frear as alterações climáticas, que podem provocar catástrofes naturais em todo o mundo.
Estados Unidos, União Europeia e outros países desenvolvidos já anunciaram o que vão realizar. No entanto, os principais emissores de gases de efeito estufa ? Índia, Austrália e Brasil ? não divulgaram seus planos.

Viagem da presidente 
Dilma chegou aos Estados Unidos no último sábado (27), acompanhada de ministros, e cumpriu agenda em Nova York. No domingo (28) e em parte desta segunda (29), ela teve série de encontros com empresários de diversos setores, como o financeiro e o de infraestrutura.


Nesta segunda, ela embarcou para Washington, onde visitou, ao lado de Obama, o Memorial Martin Luther King Jr., em homenagem ao líder da luta por igualdade dos direitos civis nos Estados Unidos. Na sequência, os dois seguiram para um jantar na Casa Branca.

O encontro entre Dilma e Barack Obama marca a superação da crise diplomática entre os dois países, iniciada em 2013, quando documentos vazados pelo ex-prestador de serviços da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) Edward Snowden revelaram que os EUA monitoraram atividades de outros países e de seus líderes, incluindo Dilma.
À época, a presidente cancelou a visita de Estado que faria aos Estados Unidos. Em entrevista a um jornal belga no início de junho, Dilma disse que o caso é "uma questão do passado". 

domingo, 28 de junho de 2015

CLAMOR DO PAPA FRANCISCO PARA OUVIR O GRITO DA TERRA

Origem do Dia de São Pedro e São Paulo

A celebração tem origem muito antiga, e ocorre no dia 29 de junho pois é a data do aniversário da morte e do translado das relíquias dos santos.
Dia 29 de junho também é celebrado o dia do Papa em razão de São Pedro ser considerado pelos católicos como o primeiro Papa, e também o que ficou mais tempo no Papado, por 37 anos. 
13 Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem? 14 Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas. 15 Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou? 16 Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! 17Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. 18 E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. 19 Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. (Mt 16, 13-19)
Nesse dia especial do Papa, a Sociedade Civil MariaMaria - Organização das Profissionais da ECT, em atendimento ao clamor do Santo Padre o PAPA FRANCISCO lança o blog O PAPA E O MEIO AMBIENTE, como um canal para ecoar o seu clamor para a conscientização da preservação do meio ambiente. 
Imagem: Jornal O Metro de 19/06/2015
Jornal O Metro de 19/06/2015
ENCÍCLICA VERDE - " SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM" CLIQUE AQUI PARA LER A ENCÍCLICA
= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

Igreja \ Igreja no Brasil

CNBB enaltece Encíclica e destaca a 'ecologia integral'

Dom Sérgio, Presidente daa CNBB desde abril de 2015
19/06/2015 11:46
Brasília (RV) – A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concedeu entrevista coletiva à imprensa na tarde desta quinta-feira (18/06), em sua sede em Brasília, por ocasião do encerramento da primeira reunião do Conselho Permanente da entidade, que teve início terça-feira (16/06). Aos jornalistas, foi apresentada a Encíclica do Papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum”. Para o Arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, o tema do documento “é de grande atualidade” e “os problemas são muito urgentes”.
O texto trata da ecologia humana e o clima está no centro das preocupações apresentadas pelo Pontífice. Na publicação, são apontadas as problemáticas e desafios de preservação e prevenção, como também aspectos da proteção à criação e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez. Este é o primeiro documento escrito integralmente por Francisco, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. O título, inclusive, inspirado na invocação “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a Terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.
Dom Sergio destacou a gratidão, o louvor, a esperança e a responsabilidade como as atitudes diante da apresentação do texto. Para o arcebispo, “louvor e gratidão” são o espírito da Encíclica, que “se completa com a esperança”.
“Nós temos a esperança de uma acolhida atenta da reflexão que é proposta, mas também das iniciativas, das propostas que aqui vamos encontrar. E é claro que essa atitude de gratidão e esperança também se manifesta como atitude de responsabilidade diante daquilo que o papa apresenta. Porque aqui são diversos níveis de atividades, propostas e consequentemente de responsabilidades”, afirmou Dom Sergio.
O Presidente da CNBB evidenciou ainda o quarto capítulo do texto, considerado significativo. “Ecologia Integral” é a proposta de Francisco em um dos seis capítulos da Encíclica. “Eu diria que aí se resume grande parte da maneira, da perspectiva como o Papa aborda a temática. Aqui não se fala apenas da ecologia ambiental, mas uma ecologia mais humana, ou de uma visão mais integral da própria ecologia com os vários níveis, ambiental, econômico, social e cultural”, sintetizou.
Ainda sobre a abordagem da temática, Dom Sergio analisa a visão de Francisco a respeito das “repercussões sociais” dos problemas ambientais, “sobretudo para os mais pobres, para as regiões mais pobres, mais sofridas”.
Conversão Ecológica
Ao longo do texto, o Papa convida a ouvir os "gemidos da criação", exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”. Nesse trecho da Encíclica, o Pontífice “pressupõe espiritualidade e mística, iluminada pela Palavra de Deus”, considera Dom Sergio, que observa ainda que, embora haja apresentação da temática de forma especializada cientificamente, não faltou a “luz da fé”.
Para o arcebispo de Salvador (BA) e vice-Presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger, o Papa foi realista, proativo e corajoso em sua publicação, pois ela “não fica apenas em uma crítica, mas aponta caminhos na esperança de poder mudar a situação do mundo” e “propõe uma mudança de mentalidade”.
O bispo auxiliar de Brasília e Secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, destacou os momentos de preparação do documento, quando o Papa teve a “sensibilidade” de recolher as contribuições das conferências episcopais e até do patriarca ecumênico, a respeito do tema.
Dom Leonardo também comentou a proximidade da reflexão com os temas das próximas duas campanhas da Fraternidade, escolhidos antes da publicação da Encíclica. Em 2016, com a coordenação do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), a CF propõe a temática “Casa comum, nossa responsabilidade”. No ano seguinte, “Vida e Biomas” serão os principais elementos de reflexão.
Conselho Permanente
Nesta semana se realizou a primeira reunião do novo Conselho Permanente da CNBB após a 53ª Assembleia Geral, realizada no mês de abril. Constituem o Conselho Permanente a Presidência da CNBB, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais e os membros dos Conselhos Episcopais Regionais.
Durante a reunião, os bispos aprovaram uma mensagem sobre a redução da maioridade penal, uma nota sobre a inclusão da ideologia de gênero nos Planos Municipais de Educação, avaliaram a 53ª Assembleia Geral e elegeram os bispos membros das doze comissões episcopais pastorais.
A  Encíclica do papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum” já está disponível nas Edições CNBB e para download em português. 

PRIMEIRA MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DO PARQUE ECOLÓGICO BURLE MARX EM BRASÍLIA - DF - BRASIL

A TERRA GRITA E O DESASTRE ECOLÓGICO REFLETE NA QUALIDADE DE VIDA DO POVO

Suelma Braz de Barros - Presidenta da SCMM MariaMaria e Luiz Alberto Martins Bringel - Presidente da Associação de Moradores do Noroeste


Família: José Guimarães, Flávia Guimarães, Pietra Guimarães e Maitê Guimarães
Sueli Braz de Barros - Convidada 

Matérias correlatas: http://scmm-mariamaria.blogspot.com.br/